Viagem a cavalo pela Estrada Real

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Cavalgue pela Estrada Real

Inédito !

Agora temos a opção estendida com visita a antigas fazendas Berco da Raca Mangalarga Marchador em Cruzília. (veja no final do programa)

RESUMO DA VIAGEM

Minas é um estado múltiplo. Detém cerca de 60% do patrimônio histórico nacional. As cidades centenárias mineiras narram a grandiosidade da história do Brasil. Marcada pela descoberta e exploração do ouro e diamante, em meados do século XVII surgem as trilhas dos caminhos que foram oficializados pela Coroa Portuguesa para o trânsito do ouro e diamante, por meio dos tropeiros, seus muares e cavalos que faziam o tráfego de Diamantina e Ouro Preto em Minas Gerais até o porto de Paraty (caminho velho) e Rio de Janeiro (caminho novo). A essas trilhas que fizeram o caminho do ouro e diamante, dá-se o nome de Estrada Real sendo esse o cenário de nossa Viagem a Cavalo.

Fonte: www.mg.gov.br

Resumo do programa da viagem:

  • Municípios: Baependi, Caxambu, Cruzília e São Thomé das Letras.
  • Duração da viagem:
    *6 dias,  inclusos dia da chegada e da partida;
    *5 pernoites;
    *4 dias montados;
    *100 km de percurso (total aproximado);
    *06 horas de viagem montado por dia (média variável em função da toada de cada grupo);
    *08 horas de viagem total por dia com paradas (pausas para descanso e água para os cavalos;
    * Alimentação inclusa: 5 cafés da manhã; 5 jantares nos pousos; 2 piqueniques no campo com matula tropeira; 1 almoço tropeiro nas dependências de uma antiga escola rural, 1 almoço em restaurante de hotel fazenda.
    •Atividades turísticas:
    *Visita à cidade de São Thomé das Letras (opcional);
    *Café com prosa no Museu do Mangalarga Marchador em Cruzília;
    *Visita à fábrica de laticínios e selaria em Cruzília (depende da disponibilidade de tempo);
    *Passagem a cavalo pelo Santuário de Nhá Chica e Centro Histórico de Baependi (opcional e depende da disponibilidade de tempo);
    *Visita guiada ao Parque das Águas de Caxambu;
    •Grupos: de 02 a 10 cavaleiros ou amazonas (grupos maiores, mediante consulta).
    •Raça de Cavalo utilizada: Mangalarga Marchadores.
    •Tipo de sela: Australiana (outras selas mediante consulta).
    •Tipo de equitação: passo e marcha.
    •Percurso: campo, montanha e pequeno trecho em área urbana.

Obs.: Consulte a opção estendida com acréscimo de um dia e visita (de carro ou van) as antigas fazendas e criatórios de cavalos da raca Mangalarga Marchador.

UM POUCO DA HISTÓRIA

Antes de iniciar a viagem a cavalo, é importante ativar as memórias e lembrar que há 300 anos, montados a cavalo, estavam os tropeiros e viajantes fazendo esses mesmos caminhos, transportando ouro, mercadorias, semeando povoados e sobretudo levando alimentos às famílias.
Neste roteiro os cavalos nos levam em companhia dos guias a regiões, variantes e caminhos originais da Estrada Real, que compreendem o Sul do Estado de Minas Gerais, chamado Caminho Velho do Ciclo do Ouro. Uma cavalgada traçada por uma viagem histórica e cultural. Momentos de muita apreciação, reverências e principalmente de pertencimento, já que estamos fazendo uma visita às origens de tudo o que vivemos hoje.

Lembrando que os guias nos orientam e sinalizam, mas quem nos leva e conhecem melhor os caminhos são os cavalos, continuam sendo eles como há 300 anos.
O destino não é chegar nos lugares. O destino é fazer uma viagem pelos lugares. Baependi, São Thomé das Letras, Cruzília e Caxambu nos recebem de braços abertos e oferecem o que há de melhor, sempre uma boa prosa e um cafezinho. Uma tradição vivida pelos tropeiros e viajantes da época. Havia tempo e espaço. Essa é a melhor forma de conhecer uma cultura, através de gestos simples e aconchegantes ainda mantidos. Em cada parada, apeada e pouso é fácil sentir o jeito de cada lugar.
A beleza encontrada durante o caminho, pelas trilhas entre serras, rios, vegetações, lavouras de café e fazendas é rara. Nos municípios, movimentos, porém cada um com sua história.

São Thomé das Letras nos apresenta suas lendas e o clima místico de suas casas de pedras no entorno da serra, Baependi traz memórias e a religiosidade por ser a terra de Nhá Chica, Francisca de Paula de Jesus beatificada pela Igreja católica no dia 04 de maio de 2013, reconhecida hoje como “a bem aventurada”. Em Cruzília terra e berço do Mangalarga Marchador é possível se deliciar com os famosos queijos, com destaque para o queijo “A Lenda“ entre outros saborosos e seus prêmios internacionais. Caxambu entre as montanhas e suas águas milagrosas provadas e aprovadas pela Princesa Isabel, durante visita ao Parque das Águas em 1868, nos presenteia também com os deliciosos doces de leite e as divinas cervejas. As matulas tropeiras da Fazenda da Roseta e suas histórias resgatam a presença dos tropeiros, suas viagens e costumes muito bem registrados e lembrados no Museu vivo da Fazenda que preserva um patrimônio histórico, cultural e ambiental desde 1738.
Importante ressaltar que Minas Gerais possui hoje, o maior rebanho de equinos do Brasil.

E pra conhecer mais de perto um pouco desse começo, é também no sul de Minas pelos caminhos dessa Estrada que se instalou o Museu Nacional do Mangalarga Marchador. Localizado em Cruzília, considerada o berço da raça, o Museu nos remete com delicadeza e sabedoria às origens desses seres que até hoje nos ensinam, apoiam e sobretudo sabem como conquistar o devido respeito, sem perder a elegância. O Museu Nacional Mangalarga Marchador desde 2012 é abrigado pela casa que pertenceu à Fazenda Bela Cruz, uma das propriedades pilares da raça. Tal fato nos faz sentir como se estivéssemos dentro da fazenda, tomando um café, contemplando e cuidando dessa criação tão divina que é o cavalo.

ROTEIRO COMPLETO:

Primeiro dia: Chegada ao Pouso do Tropeiro-Fazenda da Roseta – Zona Rural de Baependi.

  • Boas vindas;
  • Visita ao Museu da Fazenda da Roseta;
  • Reconhecimento dos cavalos seguido de checagem do equipamento a ser utilizado;
  • Palestra sobre segurança;
  • Jantar e pouso na Fazenda da Roseta (Pouso do Tropeiro).

Situada na zona rural de Baependi, a primeira via aberta oficialmente pela Coroa Portuguesa para ligar o litoral fluminense à região produtora de ouro no interior de Minas Gerais. Ao lado do Caminho Velho (Estrada Real), na margem direita do Rio Baependi, após sua transposição pela Ponte da Passagem, a Fazenda da Roseta é originária de uma sesmaria por decreto de 1738. Antiga morada do “Barão de Maciel”, o senhor Justo Domingues Maciel III, que iniciou suas atividades como tropeiro, levando produtos da Fazenda da Roseta para a corte do Rio de Janeiro. Casado com Dona Luísa Leocádia Ribeiro da Cunha, foi político mineiro integrante do Partido Liberal, conhecido como “Barão das Águas”, foi Presidente da Câmara de Baependi durante o império e o primeiro Prefeito dessa cidade após a proclamação da republica. Considerado um político de vanguarda implantou a primeira linha telefônica da região interligando Baependi, Caxambu, Soledade de Minas, Águas de Contendas e Conceição do Rio Verde. Como empresário e concessionário da exploração das águas minerais de Caxambu foi responsável por diversas obras realizadas no Parque das Águas além de ter implantado a primeira empresa oficialmente constituída de engarrafamento de água mineral do Brasil. A Fazenda da Roseta foi transformada, recentemente, em empreendimento turístico com diversas de atrações de lazer e cultura, mantendo o “Pouso do Tropeiro” restaurado originalmente e colocado à disposição dos cavaleiros e amazonas. No carnaval carioca de 2013 sua história serviu de enredo para a Escola Império Serrano.

Segundo dia: Saída da Fazenda da Roseta com destino a São Thomé das Letras (Zona Rural).

Distância aproximada: 24 km

  • Almoço com matula tropeira na antiga escola rural da Fazenda Ventura;
  • Visita à cidade São Thomé das Letras;
  • Jantar e pouso na Pousada da Cachoeira.

Essa parte da viagem se dará em trecho da Estrada Real denominado “Águas de Caxambu a São Thomé das Letras e a Freguesia de Três Corações”. O cavaleiro poderá observar plantações de café, florestas de eucalipto e criação de gado.
São Thomé das Letras possui uma localização privilegiada, aliada com seu ar rústico e tipicamente mineiro do interior, em ponto montanhoso e elevado a 1440 metros acima do nível do mar (permitindo a observação de praticamente toda a região ao redor), faz com que a cidade seja destino preferido de muitos turistas entusiastas da natureza e de artistas em geral, tendo sido inclusive cenário para novela da extinta Rede Manchete. A cidade é edificada sobre um largo depósito mineral de quartzito cuja pedra denominada pedra São Thomé é utilizada na pavimentação de bordos de piscinas. Seu nome deve-se à lenda sobre o encontro de uma imagem do apóstolo São Thomé numa de suas muitas grutas, por um escravo foragido da Fazenda de propriedade do Barão de Alfenas juntamente com uma carta de escrita perfeita (impossível a um escravo analfabeto). Tal fato gerou a posterior alforria do escravo pelo seu dono, que ficou bastante impressionado pelo relato do escravo e que ordenou também a construção de uma igreja ao lado da referida gruta, que hoje se encontra no centro da cidade. Diz a lenda que a imagem se recusava a ir para a igreja pois sempre voltava para a gruta. Não se pode esquecer a atmosfera mística que a domina.

www.saotomedasletras.mg.gov.br

Terceiro dia: Saída de São Thomé das Letras com destino à Cruzília.

Distância aproximada: 31 km

  • Almoço na localidade de Córrego do Pinhal;
  • Café com prosa no Museu Nacional do Mangalarga Marchador;
  • Visita a fabrica de queijos e selaria (depende da disponibilidade de tempo);
  • Jantar e pouso na Fazenda São Sebastião (Pouso do Barão)      www.pousodobarao.com.br

Nesse trecho da viagem os cavaleiros transporão uma trilha na serra denominada Cantagalo com destino à Cruzília.
Cruzília, anteriormente denominada Encruzilhada tem sua origem no século XVIII, pois ali cruzavam entre si caminhos diversos que demandavam para São João Del Rei, Aiuruoca e Rio de Janeiro. Conhecida como o “Berço da Raça Mangalarga Marchador”, pois foi ali  que, por volta de 1812, o Barão de Alfenas deu início à criação da raça, quando ganhou de D. João VI um garanhão Alter Real, cruzando-o com éguas comuns. Dezenas de haras estão espalhados pelo município, alguns em fazendas centenárias, carregadas de histórias e cultura.

A cidade sedia o “Museu do Mangalarga Marchador”. Cruzília é também conhecida pela fabricação de queijos finos que a levou à liderança do ranking nacional dos melhores queijos do Brasil. Além disso, é importante polo regional de fabricação de móveis de madeira. Dos trabalhos desenvolvidos na cidade o mais famoso é o conjunto litúrgico todo feito em mogno maciço entalhado a mão pelo marceneiro Hilário de Souza Arantes e que foi utilizado pelo Papa Bento XVI em sua vinda ao Brasil em 2007.

www.cruzilia.mg.gov.br

Quarto dia: Saída de Cruzília com destino a Baependi e Caxambu.

Distância aproximada: 27 km sendo um pequeno trecho em área urbana

  • Almoço no Hotel Fazenda Recanto da Mata – Zona rural de Baependi;
  • Passagem pelo Santuário Nossa Senhora da Conceição – Nhá Chica e Centro Histórico de Baependi;
  • Jantar e pouso no Hotel União em Caxambu .                                                                                www.hoteluniao.com.br

Nesse trecho da viagem os cavaleiros e amazonas cavalgarão pelo antigo caminho da Estrada Real que ligava Cruzília à Baependi e Baependi à Caxambu. Digno de nota a parte original da estrada denominada “cava funda” e o leito da antiga Estrada de Ferro que, no passado, interligava as duas cidades.

Baependi é considerada como um dos primeiros povoados de Minas Gerais, pois nos fins do século XVII, quando paulistas de Taubaté, em busca de ouro transpuseram a Mantiqueira, desceram o Rio Verde até alcançarem o então Rio Maependy, onde erigiram um pouso. Com a construção do Posto de Passagem sobre esse rio (local próximo à Fazenda da Roseta) para cobrar o peagem (pedágio) dos condutores de tropas que pelo Caminho Velho transitavam, a Corte Portuguesa transferiu do Posto de Hepacaré, no Rio Paraiba do Sul, para aquele local, o Capitão Mor Tomé Rodrigues Nogueira do Ó, que se estabeleceu algumas léguas acima, construindo a Fazenda do Engenho, dando origem ao arraial de Nossa Senhora do Monte Serrat. Em Baependi, a mineração de ouro foi, paulatinamente, substituída pela agricultura e pela criação de gado. Destacou-se a grande lavoura do tabaco, que a fez o maior centro produtor da Província de Minas Gerais e que representou importante fonte de riqueza até meados do Século XIX. Dizia a lenda que nada combinava melhor do que “o fumo de Baependy com a pinga de Paraty”. Cercada por montanhas, matas, rios e cachoeiras, Baependi desenvolve o ecoturismo por sua beleza natural. Denominada “Terra de Nhá Chica”, a cidade cultua as virtudes da primeira negra elevada pela Igreja Católica, aos altares como beata, desde 04 de maio de 2013.                                        

www.nhachica.org.br; www.baependi.mg.gov.br

A Cidade de Caxambu, com aproximadamente vinte cinco mil habitantes, situa-se num vale, rodeada por montanhas, de um dos lados a Serra da Careta e de outro pelo Morro Caxambu de mais de 900 metros acima do nível do mar, em cujo sopé explodem 12 fontes de águas minerais com variadíssima composição química, desde sua descoberta em 1762. Já no império era para lá que se dirigiam doentes do estômago e fígado em busca de cura, vindos de todos os pontos do País. Em 1868 abrigou o Conde D’Eu e sua esposa, a Princesa Isabel, que buscava cura para anemia que a impedia de se engravidar. Contente com o tratamento recebido, em retribuição, a Princesa deu início à construção de uma Igreja dedicada à Santa Isabel da Hungria, hoje um templo de linhas góticas que se eleva numa colina próxima do Parque das Águas.

www.caxambu.mg.gov.br

Quinto dia: Saída de Caxambu com destino ao Pouso do Tropeiro – Fazenda da Roseta.

Distância aproximada: 24 km

  • Visita ao histórico Parque das Águas de Caxambu;
  • Almoço com piquenique às margens do rio Baependi;
  • Café com prosa na cozinha do Rancho do Valdemar na Fazenda da Roseta;
  • Jantar de encerramento e entrega de certificado;
  • Roda de viola ao redor da fogueira com cancioneiros regionais;
  • Pouso no Pouso do Tropeiro na Fazenda da Roseta.

Partindo de Caxambu, a cavalgada tomará direção à Fazenda da Roseta, trilhando o caminho pela Volta Grande sendo que ao seu final atravessará a Ponte da Passagem sobre o Rio Baependi e a trilha do Barão, sendo o único trajeto original do trecho da Estrada Real que interligava “Aguas de Caxambu a São Thomé das Letras”.

Sexto dia: Partida da Fazenda da Roseta

  • Café da manhã e tempo livre;
  • Check out.

Obs. As distâncias foram calculadas pelo Google Earth.

POUSOS

Palavra de ordem dos tropeiros, cavaleiros e viajantes:

“Em Minas quero um Pouso com aconchego, um bom banho, comida simples, saborosa e um café coado na hora com pão de queijo”.

Todos os Pousos oferecem conforto, aconchego e simplicidade:

  • Café da manhã  mineiro com quitandas da casa;
  • Hospedagem em quartos duplos e camas confortáveis;
  • Jantar com refeição  de ótima qualidade.

Pouso do Tropeiro – Fazenda da Roseta, Zona rural de Baependi: 02 noites.

Rusticidade e acolhimento  que mantém a tradição cultural da época dos Tropeiros. Os quartos possuem  camas confortáveis, varanda com rede e uma bela vista para Serra e baias dos cavalos. A ducha abundante com água direta da Mina é aquecida com serpentina de fogão à lenha. O Pouso fica na histórica Fazenda da Roseta, que teve sua origem em 1738 e cujo nome provém de uma planta do mesmo nome também conhecida por “cuspe de tropeiro”. Rodeada por uma exuberante paisagem entre matas e montanhas, sendo área tombada pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
O café coado no fogão à lenha, o feijão tropeiro, as quitandas feitas na fazenda, as jabuticabeiras centenárias, o pouso e os cavalos fazem parte dos registros vivos da história da Fazenda da Roseta. A Fazenda oferece ainda uma deliciosa cachaça fabricada e envelhecida pelos familiares. 

Pousada da Cachoeira – Zona Rural, São Thomé das Letras: 01 noite.

A Pousada da Cachoeira está localizada a cinco quilômetros da mística cidade de São Thomé das Letras. Possui quartos duplos, confortáveis e com uma das mais belas vistas da região. A Pousada se localiza no sopé da serra do Cantagalo e se encontra entre jardins, áreas preservadas, lago, cachoeiras e piscina.
A comida mineira, o café e as quitandas caseiras mantêm a tradição do sabor, fartura e acolhimento de Minas.

Pouso do Barão – Cruzília: 01 noite.

Antiga Fazenda São Sebastião do século XIX mantém e compartilha acomodações delicadas, confortáveis e mimos que acompanham a culinária mineira desde o amanhecer. O casarão, onde se abriga a pousada (Pouso do Barão), apresenta uma linda decoração com rusticidade e simplicidade sofisticadas, ainda da época da fazenda.
Os quartos têm vista privilegiada para as jabuticabeiras centenárias, flores e o lindo jardim da piscina.

www.pousodobarao.com.br

Hotel União – Caxambu: 01 noite.

Um hotel acolhedor que mantém o clima de cidade pequena, porém oferecendo o que a vida moderna requer. Tudo bem preparado e elaborado para receber os turistas sem perder o charme e cheiro da típica comida mineira feita no fogão à lenha aliada ao famoso bacalhau, tradicional culinária portuguesa, que preserva as memórias da história do Brasil Colônia.
Quartos duplos confortáveis com TV, Internet.

Localização privilegiada: em frente ao Parque das Águas de Caxambu – considerado o maior complexo hidromineral com 12 fontes de águas minerais.
Sauna e piscina com vista para a cidade.

www.hoteluniao.com.br

DATAS E VALORES:

Datas:

  •  consulte a Agenda no site.

Valores: sob consulta.

Observações:

*grupo limitado: mínimo de 2 e máximo de 10 cavaleiros e\ou amazonas;
*quanto maior o número de participantes menor é o preço individual (rateio de custos);
*aceitamos propostas de datas alternativas;
*grupos maiores sob consulta;
*roteiros alternativos sob consulta;
*não temos limite mínimo ou máximo de idade porém, menores de 18 anos devem usar capacete e estar acompanhados dos pais ou responsável;
*possuímos SEGURO DE VIDA e ACIDENTES ;
*temos guias com inglês fluente;
*aceitamos participantes com restrição alimentar.

Para mais informações e RESERVAS consulte: http://www.cavalgadasbrasil.com.br/cavalgadas/cavalgada-na-estrada-real

IMPORTANTE

Temos a opção estendida com acréscimo de um dia e visita (de carro ou van) as fazendas e criatórios de cavalos da raca Mangalarga Marchador:

* Fazenda Narciso

* Haras Norremose

* Fazenda Angai (visita e almoço)

* Haras Itaqui

* Happy hour no Bar do Ze Dorora .

 

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